Experiência com a minha orientadora de mestrado

Acho que esse post pode levar muitos estudantes de pós-graduação a refletir sobre a relação entre orientando e orientador.

Diferentemente de muitos colegas de pós-graduação, nunca fui de “puxar saco” de professor algum na Universidade. Eu também não tinha um “chegado” para poder me auxiliar a desenvolver pré-projeto etc.

Quando fui aprovado em processo seletivo de mestrado, tive de procurar um(a) orientador(a). E essa tarefa foi bem difícil. Fui aprovado para determinada área de estudo, mas as professoras disponíveis não se interessaram pela minha pesquisa, que, por acaso, foi aprovada pela banca de seleção de mestrado. Uma delas, inclusive, propôs que eu refizesse o meu pré-projeto com base nos interesses de pesquisa dela. Insisti com o meu projeto inicial e continuei buscando outro orientador(a).

Felizmente, encontrei uma pesquisadora muito competende e acolhedora. Sou muito grato por toda a paciência e auxílio que ela teve comigo. Ela não mediu esforços para me atender, praticamente, todas as semanas e por me cobrar, em relação à minha produtividade, todos os meses, por me ligar, escrever e-mails e me receber, inclusive, em sua casa, nos períodos em que tivemos de “correr contra o tempo”. Posso dizer que fui muito bem orientado no mestrado. A minha orientador me deu liberdade para que eu me desenvolvesse. Ela me ensinou muito da área de pesquisa dela e, assim, pude aplicar cada um dos conhecimentos à minha pesquisa.

A minha orientadora esteve presente em todas as etapas de desenvolvimento de minha dissertação; desde a elaboração de um sumário, para nortear, inicialmente, o meu estudo ao último dia de entrega, de minha dissertação na Secretaria do Programa de pós-graduação. Não tivemos conflitos, as nossas ideias se complementavam. Ela também abriu uma porta importante para que eu tivesse experiência de docência no Ensino Superior, permitindo que eu dividisse com ela uma sala de auma de uma disciplina que ela leciona na Universidade de Brasília (UnB). Nesse período, ela me introduziu aos alunos da disciplina, me ajudou na elaboração de material didático, preparou slides e marcou encontros para que discutíssemos o conteúdo das aulas.

Essa parceria resultou, obviamente, em um trabalho de muito sucesso. Fui elogiado pela banca examinadora e acredito que desenvolvi um bom trabalho acadêmico para o que me propus a pesquisar. Não houve atritos ou conflitos em minha defesa, houve contribuições muito significativas por parte dos membros da banca. Apesar de doloroso o período do mestrado, em virtude de eu ter de trabalhar muito para me manter, tive a sorte de ter uma orientadora “de verdade”.

Conte-nos sua experiência também. Como foi/tem sido a sua orientação?

Dez dicas para desenvolver a sua dissertação ou tese

Dez dicas para desenvolver a sua dissertação ou tese

1. Tempestades de ideias ou Brainstorm. Nessa etapa, faça anotações, pense, reflita, dialogue com o seu orientador, com outros pesquisadores, busca ideias para redefinir o seu pré-projeto e iniciar a pesquisa.
2. Dedique um tempo a pensar eticamente a sua pesquisa, isso será fundamental. Já é bom definir essa etapa, pois pesquisas precisam ser aprovadas pelos respectivos comitês de ética das universidades. Além disso, ter acesso a determinados locais, a determinados documentos e a determinadas pessoas pode ser uma grande “dor de cabeça”, não deixe essa etapa para o final, inclusive, porque, os capítulos de análise são os mais improtantes em sua dissertação/tese e eles dependem dos dados coletados ou gerados.
3. Comece o quanto antes a pensar e a escrever.
4. Elabore um esquema, topicalizando e dividindo os capítulos/seções depois de definido o recorte temático, bem como referencial teórico e metodologia. O esquema não será definitivo, mas é bom tê-lo em mente para visualizar a pesquisa, bem como a escrita da dissertação/tese como um processo.
5. Não pense a sua tese/dissertação como uma declaração absoluta, pois, durante o processo de pesquisa, você poderá desbravar novos caminhos e reformular o seu estudo.
6. Não recomendo que a pesquisa em si seja realizada separadamente do processo da escrita. Isso pode fragmentar o texto ou limitá-lo a impressões póstumas da pesquisa.
7. Dialogue com o seu (sua) orientador(a) durante o processo de escrita e de pesquisa. É importante que ela/ele aprove o que você está desenvolvendo, isso poderá evitar frustrações no futuro e desentendimentos.
8. Após a coleta ou geração de dados, analise o material coletado/gerado e verifique qual recorte será feito para ser apresentado na dissertação, já que é difícil se comprometer coma análise de todo o material coletado em si.
9. Trabalhe com apenas um texto, não sugiro que sejam feitos rascunhos ou que os capítulos e seções sejam dispostos de maneira desorganizada em vários documentos de textos (ou folhas de papel).
10. Contrate serviço de Revisão e de Padronização de texto para que o seu trabalho seja publicado da melhor forma possível. Você dificilmente conseguirá observar algumas questões, especialmente gramaticais em seu próprio texto, pois estará viciado com a sua própria redação. Além disso, o olhar de um outro, de um outro Revisor, é fundamental para que o seu trabalho seja aprovado e para que cumpra o seu papel, em relação ao quesito clareza e organização visual, em virtude da publicação.

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O que faz um Revisor?

O que faz um revisor de Texto(s)?

Seguem algumas atribuições do Revisor de texto(s):

  1. revisa originais (provas, heliográficas ou fotolitos);
  2. revisa textos literários;
  3. revisa textos técnicos;
  4. revisa textos acadêmicos (se houver experiência), como monografias ou tccs, artigos, dissertações e teses);
  5. revisa anúncios publicitários;
  6. revisa textos institucionais;
  7. revisa textos religiosos;
  8. revisa (se houver experiência) cardápios de comidas e vinhos;
  9. revisa livros que já foram (outras edições) ou serão publicados;
  10. revisa um texto quantas vezes forem acordadas com o cliente;
  11. reescreve períodos mal elaborados (dependendo do serviço solicitado);
  12. faz intervenções estilísticas (se for o caso do serviço solicitado);
  13. deixa sugestões ao escritor relativas ao gênero textual proposto (se houver experiência e se for o caso do serviço solicitado).

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Revisão técnica de documentos/livros

Somos uma empresa especializada em revisão e padronização de textos.

Possuímos ateste de capacidade técnica, um deles emitido por um escritório da ONU.

Além disso, somos um grupo de profissionais mestres e especialistas, formados pela Universidade de Brasília (UnB).

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Revisão de textos acadêmicos

Cuidado! Não encaminhe o seu trabalho acadêmico a um jornalista ou simplesmente a um professor de ensino fundamental e médio. Trabalhos acadêmicos, especialmente dissertações de mestrado e teses de doutorado devem ser revisados por pesquisadores e não, simplesmente, por professores de ensino médio ou jornalistas. Textos acadêmicos têm particularidades que só podem ser percebidas por quem é pesquisador (mestres e doutores). O olhar atento de um pesquisador revisor está muito além de simples alterações ortográficas e gramaticais em textos.

Há uma grande diferença entre um revisor pesquisador e um corretor de redações escolares ou escritor de coluna de jornal, mesmo que ambos se considerem bons leitores e que acreditem que a leitura é suficiente para formá-los. Lidar com textos acadêmicos exige outra postura profissional. Uma postura muito diferente da postura de muitos professores, ainda mais se pensarmos no nível da educação no Brasil hoje. E corrigir textos escolares, embora muitos professores também não saibam, exige outro tipo de atitude por parte do professor, envolvendo trabalho pedagógico para melhor auxiliar o estudante no processo de estruturação/organização do pensamento por meio da língua.

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