Revisão de Texto (2017): alguns trabalhos revisados

Alguns trabalhos revisados (Revisão de Texto 2017)

Faculdade Ahanguera. Kássia Christina de Souza Barbosa. Helmintose Zoonótica transmitida por pescado: Diphyllobothrium latum. Trabalho de Conclusão de Curso. Revisão Crítica e Formatação conforme ABNT/manual próprio. Brasília, Taguatinga, 2017. Curso: Biologia.

Cibele Pavanatto Mereth. O dever de fundamentação das decisões judiciais no novo código de processo civil. Faculdade Dom Bosto. Artigo científico. Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação. Curitiba, 2017. Curso: Direito.

Antônio Alencar Filho. Projeto de mestrado. Universidade Federal do Pará. Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA). Tucuruí, Pará. 2017. Projeto de mestrado. Revisão Crítica.

Universidade de Brasília (UnB). Camila Oliveira Macêdo. (Re)Planejamento de cursos de Português como Segunda Língua: um caminho para política institucional. Dissertação de Mestrado. 2017. Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução: Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada. Brasília, 2017.

Maria Elisa Granchi e Kátia Mara Turíbio. Processamento sensorial: sua alteração prejudica o brincar ativo e funcional da criança autista. Revisão Ortográfica e Gramatical. Artigo científico. 2017.

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8 mitos (comentados) relacionados ao universo de Revisão de Texto

8 mitos (comentados) relacionados ao universo de Revisão de Texto

1- A Revisão de Texto busca tornar o texto mais objetivo.

Não necessariamente. Primeiramente, é bastante complexo falar em objetividade no caso de textos, que são produtos da subjetividade humana. Um texto, mesmo que não seja redigido em primeira pessoa do singular ou plural, JAMAIS, será objetivo. A questão da objetividade textual é um mito próximo (posso fazer esse paralelo) à questão da neutralidade científica. É muito complicado fazer esse tipo de afirmação hoje, no século XXI.

2- Todo Professor de Língua Portuguesa é Revisor de Texto.

O curso de Letras não busca formar Revisores de Texto, embora possa trazer uma base para o futuro Revisor. Revisores de Texto precisam de formação para exercerem essa Profissão. E o requisito mínimo, acredito, é um curso de pós-graduação. No caso de Revisores que queiram trabalhar com textos acadêmicos, um curso de mestrado é fundamental. Professores de Língua Portuguesa estão acostumados a “corrigirem” textos produzidos por estudantes (ensino fundamental e médio). Revisores precisam de experiência em relação a vários gêneros textuais: cardápios de vinhos, textos institucionalizados, textos publicitários, dissertações, artigos acadêmicos. O conhecimento sobre as características de um gênero textual, bem como sobre o público-alvo ao qual o texto se destina, são fundamentais para que o Revisor compreenda qual linguagem deve ser observada no texto.

3- O Revisor de Texto é responsável por questões relativas ao conteúdo no texto.

Não! O que pode ocorrer é que Revisores façam algum apontamento sobre alguma questão relativa à coerência de alguma oração, mas esse olhar está atrelado, diretamente, à forma do texto. Existem profissionais responsáveis por um olhar técnico, relativo ao conteúdo de um texto (esse ofício é realizado, geralmente, por um profissional da mesma área de atuação do escritor do texto). De qualquer maneira, é importante que o Revisor de Texto tenha contato com outras áreas do conhecimento, senão a sua, para que a Revisão seja mais eficaz. Revisores são profissionais que devem estar informados, a própria prática da profissão leva a essa formação em virtude de Revisores terem grande carga de leitura em relação a diversos gêneros textuais de diversos ramos do conhecimento.

4- Todo serviço de Revisão de Texto inclui reescrita de períodos mal elaborados.

Não! Revisão de Texto é um termo muito abrangente. Existem vários tipos de serviço de Revisão e não necessariamente eles incluem reescrita de períodos mal elaborados (inclusive, porque, questões gramaticais são diferentes de questões estilísticas). É possível que, por exemplo, um parágrafo de um texto esteja, gramaticalmente, adequado, mas, estilisticamente, não se alinhe ao gênero textual.

5- A Revisão de Texto inclui observações relativas à formatação.

É preciso saber os limites de atuação do Revisor e do ofício de Revisão de Texto. Revisão de Texto, Diagramação, Formatação são ramos diferentes, mas que se completam. Esperar que um Revisor de Texto diagrame um texto e formate pelo mesmo serviço oferecido (Revisão de Texto) é um equívoco. É possível que haja algum Revisor que tenha formação para diagramar e formatar textos, mas, não necessariamente, isso implica que ele, automaticamente, realize esse serviço. É preciso verificar a oferta de serviço de cada Revisor de Texto e negociar o que será e o que não será feito no texto.

6- O Revisor de Texto deve estar atento aos aspectos não verbais do texto, portanto, deve preocupar-se, esteticamente, com o texto.

Revisor de Texto não é Designer, embora o conhecimento desse ramo, bem como da semiótica sejam complementares ao ofício de Revisão de Texto. Eu, por exemplo, ofereço um tipo de Revisão que se preocupa com essas questões estéticas, em relação, por exemplo, a gêneros textuais publicitários (mas essa oferta articula-se ao fato de eu ter experiência na área de semiótica social, o que me permite lançar um olhar sobre questões não verbais no texto. Não são todos os Revisores que possuem essa formação ou que têm um olhar preocupado com questões estéticas).

7- O papel do Revisor de Texto é, sempre, tornar a linguagem de um texto mais correta (próxima às normas da Gramática Normativa)

Não necessariamente. Há textos que exigem uma linguagem mais popular, mais informal, cujas regras são diferentes das regras da Gramática Normativa. É preciso que haja um diálogo entre Revisor e Escritor para que essas questões sejam melhor compreendidas.

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Crônica Revisão de Texto

Compartilho uma crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre a importância do Revisor de Texto (acho relevante a leitura). Vale a pena conferir!

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CUIDADO COM OS REVIZORES

Todo escritor convive com um terror permanente: o do erro de revisão. O revisor é a pessoa mais importante na vida de quem escreve. Ele tem o poder de vida ou de morte profissional sobre o autor. A inclusão ou omissão de uma letra ou vírgula no que sai impresso pode decidir se o autor vai ser entendido ou não, admirado ou ridicularizado, consagrado ou processado. Todo texto tem, na verdade, dois autores: quem o escreveu e quem o revisou. Toda vez que manda um texto para ser publicado, o autor se coloca nas mãos do revisor, esperando que seu parceiro não falhe. Não há escritor que não empregue palavras como, por exemplo: “ônus” ou “carvalho” e depois fique metaforicamente de malas feitas, pronto para fugir do país se as palavras não saírem impressas como no original, por um lapso do revisor. Ou por sabotagem.

Sim, porque a paranoia autoral não tem limites. Muitos autores acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles. Quando os revisores não deixam passar erros de composição (hoje em dia, de digitação), fazem pior: não corrigem os erros ortográficos e gramaticais do próprio autor, deixando-o entregue às consequências dos seus próprios pecados de concordância, das suas crases indevidas e pronomes fora do lugar. O que é uma ignomínia. Ou será ignomia? Enfim, não se faz.

Pode-se imaginar o que uma conspiração organizada, internacional, de revisores significaria para a nossa civilização. Os revisores só não dominam o mundo porque ainda não se deram conta do poder que têm. Eles desestabilizariam qualquer regime com acentos indevidos e pontuações maliciosas, além de decretos oficiais ininteligíveis. Grandes jornais seriam levados à falência por difamações involuntárias, exércitos inteiros seriam imobilizados por manuais de instrução militar sutilmente alterados, gerações de estudantes seriam desencaminhadas por cartilhas ambíguas e fórmulas de química incompletas. E os efeitos de uma revisão subversiva na instrução médica são terríveis demais para contemplar.

Existe um exemplo histórico do que a revisão desatenta – ou mal-intencionada – pode fazer. Uma das edições da Versão Autorizada da Bíblia publicada na Inglaterra por iniciativa do rei James I, no século XVII, ficou conhecida como a “Bíblia Má”, porque a injunção “Não cometerás adultério” saiu, por um erro de impressão, sem o “não”. Ninguém sabe se o volume de adultérios entre os cristãos de fala inglesa aumentou em decorrência dessa inesperada sanção bíblica até descobrirem o erro, ou se o impressor e o revisor foram atirados numa fogueira juntos, mas o fato prova que nem a palavra de Deus está livre do poder dos revisores.

A mesma bíblia do rei James serve como um alerta (ou como o incentivo, dependendo de como se entender a história) para a possibilidade que o revisor tem de interferir no texto. O objetivo de James I era fazer uma versão definitiva da Bíblia em inglês, com aprovação real, para substituir todas as outras traduções da época, principalmente as que mostravam uma certa simpatia republicana nas entrelinhas (como a Bíblia de Genebra, feita por calvinistas e adotada pelos puritanos ingleses, e que é a única Bíblia da História em que Adão e Eva vestem calções. Para isso, James reuniu um time dividido entre os que cuidariam do Velho e do Novo Testamento, das partes proféticas e das partes poéticas, etc. Especula-se que as traduções dos trechos poéticos teriam sido distribuídas entre os poetas praticantes da época, para revisarem e, se fosse o caso, melhorarem, desde que não traíssem o original. Entre os poetas em atividade na Inglaterra de James I estava William Shakespeare. O que explicaria o fato de o nome de Shakespeare aparecer no Salmo 46 – “shake” é a 46ª palavra do salmo a contar do começo, “speare” a 46ª a contar do fim. Na tarefa de revisor, e incerto sobre a sua permanência na História como sonetista ou dramaturgo, Shakespeare teria inserido seu nome clandestina e disfarçadamente numa obra que sem dúvida sobreviveria aos séculos. (Infelizmente, diz Anthony Burgess, em cujo livro A mouthful of air a encontrei, há pouca probabilidade de esta história ser verdadeira. De qualquer maneira, vale para ilustrar a tentação que todo revisor deve sentir de deixar sua marca, como grafite, na criação alheia.)

Não posso me queixar dos revisores. Fora a vontade de reuni-los em algum lugar, fechar a porta e dizer “Vamos resolver de uma vez por todas a questão da colocação das vírgulas, mesmo que haja mortos”, acho que me têm tratado bem. Até me protegem. Costumo atirar os pronomes numa frase e deixá-los ficar onde caíram, certo de que o revisor os colocará no lugar adequado. Sempre deixo a crase ao arbítrio deles, que a usem se acharem que devem. E jamais uso a palavra “medra”, para livrá-los da tentação.

VIP Exame, mar. 1995, p. 36-37. © by Luis Fernando Verissimo

Revisão de Texto 2016

Revisão de Texto

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). Escola de Educação Física. Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento Humano. Mosiah Brentano Rodrigues. Programa Bolsa atleta e sua configuração no cenário esportivo brasileiro. Porto Alegre. 2016. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dissertação de Mestrado. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação conforme normas da ABNT).

Universidade de Brasília (UnB). Instituto de Letras. Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução. Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada. Camila Oliveira Macêdo. (RE)Planejamento de cursos de Português como Segunda Língua: uma perspectiva de política institucional. Brasília. 2016. Dissertação de Mestrado. Revisão Ortográfica e Gramatical.

Universidade Federal Fluminense. Wagner de Araujo Rezende. Laboratório de Tecnologia, Gestão de Negócios e Meio Ambiente. Mestrado em Sistemas de Gestão. Identificando padrões de comprometimento do Profissional em situação de crise econômica do mercado brasileiro: estudo de caso de uma empresa de varejo no estado do Rio de Janeiro. 2016. Revisão Ortográfica e Gramatical.

Universidade de Pernambuco. Leitura da farsa da boa preguiça como motivação ao letramento literário na EJA. Luzia Cristina Magalhães Medeiros. Dissertação de mestrado. 2016. (Revisão Crítica e Formatação conforme normas da ABNT).

Facultad Interamericana de Ciencias Sociales (FICS). Mestrado em Ciências da Educação. Luciana Carvalho dos Reis. A formação do leitor no Ensino Médio: competências e habilidades no Ensino de Literatura Machadiana. Asunción, Paraguay. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves. Rafael de Souza. Um olhar para a temática energia ao longo da história à luz da perspectiva ciência, tecnologia e sociedade. Trabalho de Conclusão de Curso. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

O processo de avaliação escolar: intervenção na EJA da E. M. Eurica Alves Moreira de MG. Nayara Cavalcanti Padro e Magna Campos. Trabalho de Conclusão de Curso. Artigo científico. Minas Gerais. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação conforme normas da ABNT).

Universidade Federal de Ouro Preto. A instituição da prática pedagógica como principal eixo de reflexão da avaliação e aprendizagem da escola. Elis Regina Maia do Nascimento. Luciana Gomes Castanheira. Artigo científico. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Deleze e Guattari: sobre a conjugação dos fluxos descodificados e a subjetividade capitalística. Artigo científico. Jonivan de Lima Santos. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPTSP). Eduardo Briguenti Vieira. Análise Arquitetural de Sistemas de Localização para Ambientes Fechados. Dissertação de mestrado. Mestrado em Engenharia da Computação. São Paulo. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto de Ensino e Pesquisa (INPER). Programa de Mestrado Profissional em Economia. Karine Córdoba Thurler Farias. Abertura e Inflação. São Paulo. Dissertação de Mestrado. 2016. (Revisão Crítica e Formatação).

Fundação Dom Cabral (FDC). Paulo Henrique Souza. Análise Financeira do Projeto de Investimento de Capital na Unidade CIPATEX Adesivos. Nova Lima. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação).

O Céu não é o limite: vá mais além. Vilson Guedes. Livro. 2016. (Revisão Crítica).

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Alguns trabalhos revisados em maio de 2016

Revisão de Texto

Universidade Federal Rural de Pernambuco. Programa de Pós-graduação em Ciência Animal Tropical. DETECÇÃO DE DNA DE Mycobacterium bovis EM SANGUE, LEITE E QUEIJO COALHO PELA qPCR E ANÁLISE DOS FATORES ASSOCIADOS À INFECÇÃO EM REBANHOS BOVINOS DA MICRORREGIÃO GARANHUNS, ESTADO DE PERNAMBUCO, BRASIL. Renata Duarte da Silva Cezar. Tese de doutorado. Renata Duarte da Silva Cezar. Recife. 2016. Revisão ortográfica e gramatical.

Florida Cristian University. Dissertação de mestrado, psicologia Multifocal. Gleice Correa Leite Aguiar. UM ESTUDO DOS PENSAMENTOS DIALÉTICOS, ANTIDIALÉTICOS E ESSENCIAIS DIRECIONADOS PARA AUXILIAR O TRATAMENTO DE DISTUBIOS MENTAIS. 2016. Revisão ortográfica e gramatical, e formatação.

Universidade Paulista (UNIP). Maria Izabel Galvão de França. PIERRE BOURDIEU E O SER PUBLICITÁRIO: A REPUTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PARA A FORMAÇÃO ACADÊMICA EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA E SEU PAPEL COMO FOMENTO NA REPRODUÇÃO DE DESIGUALDADES. São Paulo.  2016. Revisão crítica e consultoria de tese de doutorado.

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. SINTOMAS DE ANSIEDADE, DEPRESSÃO E QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES SUBMETIDOS À TIREOIDECTOMIA TOTAL: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE CÂNCER DIFERENCIADO DA TIREOIDE E DOENÇA NODULAR BENIGNA. Francisca Lúcia Passos Dantas. Dissertação de mestrado. São Paullo. 2016. Revisão ortográfica e gramatical.

Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). PROJETO PARA UTILIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING NA FORÇA DE VENDAS. Felipe Augusto dos Santos. Canoas, Rio Grande do Sul. Projeto de pesquisa. 2016. São Paulo. Revisão crítica e formatação.

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O que aprendi como revisor em 2015?


Critério Revisão

Algumas coisas que aprendi como Revisor em 2015

1. Não há consenso entre os gramáticos quanto ao uso de vírgula antes de “etc.”

2. Não é possível trabalhar com revisão de texto com um computador ruim, com processador abaixo de 8 GB de memória ram (é preciso
ter uma boa máquina e um bom processador para que verificadores ortográficos funcionem corretamente e seja possível utilizá-los
para facilitar o ” pente fino” no serviço de Revisão de Texto, além disso, arquivos muito extensos “quebram” em máquinas com processamento baixo).

3. Não faz sentido revisar mais do que 30 páginas de um mesmo trabalho por dia, isso gera sérios vícios e compromete a qualidade
do serviço.

4. Publicar um livro é um processo muito demorado e complexo.

5. É muito mais agradável prestar serviço para pesquisadores e intelectuais do que para o governo e ter de lidar com alguns
funcionários públicos.

6. Prefiro revisar dissertações de mestrado em vez de TCC.

7. Trabalhar com notebook e não utilizar mouse pode gerar problemas nas articulações dos dedos =).

8. Trabalhar em casa pode ser um problema quando você perde o contato social (físico) cotidiano.

9. Cada serviço de Revisão constitui um valor, o que implica que a contratação de serviço de Revisão não implica revisões infinitas.

10. Sou MUITO mais valorizado como Revisor do que como professor.

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A importância de Revisar texto(s)

A importância de revisar texto(s)

Antes de submeter ou publicar um trabalho de pesquisa acadêmico, ensaio, artigo científico ou no caso de outros textos escritos (a/em uma revista científica, por exemplo), é muito importante que estes passem, cuidadosamente, por uma Revisão de Texto. Revisão de material escrito constitui uma etapa fundamental antes de que um texto possa ser considerado “completo”.

Durante o processo de Revisão de Texto, é importante que o Revisor, primeiramente, leia devagar e com cuidado o material para identificar inadequações gramaticais, bem como compreender se a linguagem deste está adequada ao gênero textual proposto, se o título ou o parágrafo introdutório sinaliza, claramente, a intenção do texto ou se os parágrafos que se seguem fluem naturalmente com base nessa introdução. Dependendo da qualidade do material escrito, pode ser que o Revisor sugire para o autor ou até faça reescrita de períodos mal elaborados (com base no texto original).

Nesse processo, se o Revisor for habilitado para fomatar ou se trabalhar em parceria com um padronizador, poderão ser indicadas questões relativas à padronização do texto, que se articulam aos aspectos verbais deste. No caso de publicação impressa, o diagramador também será fundamental nesse processo e um diálogo com o Revisor ou uma parceria com este será de importância extrema para que haja qualidade nas publicações.

Professores, pesquisadores e autores podem revisar o seu documento para que o produto final esteja bem redigido, claro e adequado ao gênero textual proposto, bem como ao público-alvo ao qual este se direciona.

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